Você
A você escrevo esta carta
após um despertar de insônia.
A você dirijo estas palavras
que tão distantes e lúcidas
ressoam por seus lÃmpidos olhos prateados.
A você que só me resta desejar,
cujos passos não sou capaz de alcançar,
perdoe-me por sentir medo
e também por esquecer que a você
jurei eterna divindade.
Meus olhos desejam fechar-se,
omitindo as lágrimas que deles brotam,
adormecendo por fim como um anjo
que não mais deseja voar,
apenas sentir seus braços.
Jure nunca voltar-se aos céus
e rogar por clemência.
Suas palavras agora ecoam pela eternidade,
pois somente a você reservei o mais belo dos jardins
no paraÃso de meu coração.



O Processo, de Franz Kafka
Guerra e Paz, de Leo Tolstoy

Crime e Castigo, de Dostoiévski
Hamlet, de William Shakespeare
Madame Bovary, de Gustave Flaubert
A Divina Comédia, de Dante Alighieri
Escreva um comentário
Caros(as) leitor(as)
Seus comentários são muito bem-vindos e para que o convívio entre nós seja aprazível – mesmo quando discordarmos – antes de escrever, leia o que segue:
Não serão publicados: comentários anônimos ou com apelidos grosseiros; comentários escritos todo em MAIÚSCULAS; comentários escritos de forma incompreensível, um exemplo, todo em "miguxês"; comentários com ofensas pessoais; comentários com propagandas e spam; comentários referentes a outro post que não este.
As opiniões expostas nos comentários são de responsabilidade de quem as escreveu. Obrigado.
André