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	<title>Comentários sobre: O futuro digital das revistas culturais: um estudo</title>
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	<description>Indicações de Livros, Literatura, Resenhas e Faculdade de Letras</description>
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		<title>By: Gilson Camargo</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-10225</link>
		<dc:creator>Gilson Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 18:26:05 +0000</pubDate>
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		<description>Com o perdão pelos erros de concordância!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com o perdão pelos erros de concordância!</p>
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		<title>By: Gilson Camargo</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-10224</link>
		<dc:creator>Gilson Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 18:24:44 +0000</pubDate>
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		<description>Assino embaixo da análise, com a experiência de quem mantém uma revista mensal independente há cinco anos. Para além da batalha por conteúdo de qualidade e de anunciantes para manter a publicação (já se foram dois apartamentos e muito dinheiro do próprio bolso), o desafio é não cair no lugar-comum e fugir do complexo de vira-lata a que toda publicação independente está sujeita. A concorrência e a sabotagem é enorme e a gente sonha com um projeto de incentivo que possa dar fôlego à publicação. Não para ganhar dinheiro, mas para reinvestir em grandes pautas.
Abraço
Gilson Camargo
Editor - Revista Carta Capilé
São Leopoldo RS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assino embaixo da análise, com a experiência de quem mantém uma revista mensal independente há cinco anos. Para além da batalha por conteúdo de qualidade e de anunciantes para manter a publicação (já se foram dois apartamentos e muito dinheiro do próprio bolso), o desafio é não cair no lugar-comum e fugir do complexo de vira-lata a que toda publicação independente está sujeita. A concorrência e a sabotagem é enorme e a gente sonha com um projeto de incentivo que possa dar fôlego à publicação. Não para ganhar dinheiro, mas para reinvestir em grandes pautas.<br />
Abraço<br />
Gilson Camargo<br />
Editor &#8211; Revista Carta Capilé<br />
São Leopoldo RS</p>
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		<title>By: Revista Malagueta #7</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-5213</link>
		<dc:creator>Revista Malagueta #7</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 20:12:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] nova edi&#231;&#227;o traz um editorial que revela alguns dos problemas que discutimos no texto O Futuro Digital das Revistas Culturais, entre os quais a falta de credibilidade se [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] nova edi&ccedil;&atilde;o traz um editorial que revela alguns dos problemas que discutimos no texto O Futuro Digital das Revistas Culturais, entre os quais a falta de credibilidade se [...]</p>
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		<title>By: André</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4762</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 15:01:15 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Maga, as informações da Renata sobre a revista foram realmente ótimas, mas acho que seria exposição demais para a Malagueta, ao fazer um post único. Talvez eu aborde o caso de uma forma mais geral, em breve :)

E eu também não sou leitor muito assíduo e o principal motivo é o preço, hehe.

Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Maga, as informações da Renata sobre a revista foram realmente ótimas, mas acho que seria exposição demais para a Malagueta, ao fazer um post único. Talvez eu aborde o caso de uma forma mais geral, em breve :)</p>
<p>E eu também não sou leitor muito assíduo e o principal motivo é o preço, hehe.</p>
<p>Beijos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: _Maga</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4731</link>
		<dc:creator>_Maga</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 02:32:15 +0000</pubDate>
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		<description>André, intrometendo-me no seu trabalho, porque não trasformas o comentário da Renata em um post próprio? Acho que mais gente vai se interessar pelas respotas...

aqui em Londrina temos uma revista cultural a Coyote. ( http://www.digestivocultural.com/blog/default.asp?codigo=976 ) . No link eles estavam comemorando 4 anos, mas agora já comemoraram 5 anos! Também comemoram o patrocínio do PROMIC (programa municipal de incentivo a cultura - com seus prós e contras, eu morro de orgulho de morar em uma cidade que possui seu próprio programa de incentivo a cultura).

Eu gosto demais dessas revistas uma pena que não seja leitora assídua... (por motivos vários...)

beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André, intrometendo-me no seu trabalho, porque não trasformas o comentário da Renata em um post próprio? Acho que mais gente vai se interessar pelas respotas&#8230;</p>
<p>aqui em Londrina temos uma revista cultural a Coyote. ( <a href="http://www.digestivocultural.com/blog/default.asp?codigo=976" rel="nofollow">http://www.digestivocultural.com/blog/default.asp?codigo=976</a> ) . No link eles estavam comemorando 4 anos, mas agora já comemoraram 5 anos! Também comemoram o patrocínio do PROMIC (programa municipal de incentivo a cultura &#8211; com seus prós e contras, eu morro de orgulho de morar em uma cidade que possui seu próprio programa de incentivo a cultura).</p>
<p>Eu gosto demais dessas revistas uma pena que não seja leitora assídua&#8230; (por motivos vários&#8230;)</p>
<p>beijos</p>
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		<title>By: Daisy</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4725</link>
		<dc:creator>Daisy</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 02:13:20 +0000</pubDate>
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		<description>É, Alexandre, eu, aqui no Rio me envolvo com iniciativas culturais desde 1992, inclusive temos alguns ótimos projetos em Brasília. As Lonas Culturais daqui, por exemplo é um projeto nosso (meu, do Ricardo Affonso e do Carlos Santana) que a prefeitura &#039;roubou&#039; e ficamos a ver navios he he, porém já basta saber que deu certo. São várias Lonas espalhadas pela cidade onde além de apresentações musicais, vez por outra montam-se teatro e saraus de poesia como vc deve saber. A do meu bairro (a última! hehe) talvez fique sob nossa administração cultural.
No campo da literatura, tivemos alguns núcleos de novos escritores e encontros e fóruns de poetas, etc... Por aí vai. E ano que vem estaremos lançando livros de contos com apoio da faculdade Estácio de Sá. Serão 20 novos escritores sendo lançados.
E tudo isso sem ganhar um níquel. Mas compensa e dá prazer saber que fazemos algo por nosso país e principalmente pela arte e a cultura.

Beijos em todos e em especial nessa menina Renata Miloni que, com minha experiência, noto que é mais uma &#039;guerreira&#039; da cultura brasileira.

Boa sorte!!!   :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, Alexandre, eu, aqui no Rio me envolvo com iniciativas culturais desde 1992, inclusive temos alguns ótimos projetos em Brasília. As Lonas Culturais daqui, por exemplo é um projeto nosso (meu, do Ricardo Affonso e do Carlos Santana) que a prefeitura &#8216;roubou&#8217; e ficamos a ver navios he he, porém já basta saber que deu certo. São várias Lonas espalhadas pela cidade onde além de apresentações musicais, vez por outra montam-se teatro e saraus de poesia como vc deve saber. A do meu bairro (a última! hehe) talvez fique sob nossa administração cultural.<br />
No campo da literatura, tivemos alguns núcleos de novos escritores e encontros e fóruns de poetas, etc&#8230; Por aí vai. E ano que vem estaremos lançando livros de contos com apoio da faculdade Estácio de Sá. Serão 20 novos escritores sendo lançados.<br />
E tudo isso sem ganhar um níquel. Mas compensa e dá prazer saber que fazemos algo por nosso país e principalmente pela arte e a cultura.</p>
<p>Beijos em todos e em especial nessa menina Renata Miloni que, com minha experiência, noto que é mais uma &#8216;guerreira&#8217; da cultura brasileira.</p>
<p>Boa sorte!!!   :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Alexandre Kovacs</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4724</link>
		<dc:creator>Alexandre Kovacs</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 23:04:39 +0000</pubDate>
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		<description>Difundir a Cultura... 

Parece uma tarefa absurda e irreal, principalmente levando em conta um país com tantas prioridades emergenciais. Que bom que existem pessoas como a Renata, André e Daisy.

Parbéns a todos que persistem nesta tarefa, mesmo sem nunhum incentivo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Difundir a Cultura&#8230; </p>
<p>Parece uma tarefa absurda e irreal, principalmente levando em conta um país com tantas prioridades emergenciais. Que bom que existem pessoas como a Renata, André e Daisy.</p>
<p>Parbéns a todos que persistem nesta tarefa, mesmo sem nunhum incentivo.</p>
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	<item>
		<title>By: Daniel</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4721</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 20:55:53 +0000</pubDate>
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		<description>André, eu também adoro ler a Entre Livros. Essa que você citou são muito boas, embora eu só acompanhe mesmo a EL (e as outras, de política). A Cult também é legal, e a Bravo! é um lixo - muito cara e pouquíssimo conteúdo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André, eu também adoro ler a Entre Livros. Essa que você citou são muito boas, embora eu só acompanhe mesmo a EL (e as outras, de política). A Cult também é legal, e a Bravo! é um lixo &#8211; muito cara e pouquíssimo conteúdo.</p>
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		<title>By: Renata Miloni</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4720</link>
		<dc:creator>Renata Miloni</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 18:07:49 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, eu seria até capaz de falar que a gente nem sonha com a possibilidade de alguém querer investir na Malagueta. Mas nunca se sabe. Da mesma forma que no Brasil esse tipo de coisa simplesmente não tem espaço suficiente, pode acontecer de encontrarmos uma boa alma. hehe

Eu me preocupo bastante com essas coisas. Sinto um desânimo terrível ao perceber que faço parte de uma minoria, mas continuo lutando do meu jeitinho. Alguma coisa precisa ser feita, afinal. Acho que estamos fazendo, mesmo ainda no que se pode chamar de começo. ;-)

Obrigada de novo. Beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, eu seria até capaz de falar que a gente nem sonha com a possibilidade de alguém querer investir na Malagueta. Mas nunca se sabe. Da mesma forma que no Brasil esse tipo de coisa simplesmente não tem espaço suficiente, pode acontecer de encontrarmos uma boa alma. hehe</p>
<p>Eu me preocupo bastante com essas coisas. Sinto um desânimo terrível ao perceber que faço parte de uma minoria, mas continuo lutando do meu jeitinho. Alguma coisa precisa ser feita, afinal. Acho que estamos fazendo, mesmo ainda no que se pode chamar de começo. ;-)</p>
<p>Obrigada de novo. Beijos!</p>
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	<item>
		<title>By: André Gazola</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4719</link>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 17:59:31 +0000</pubDate>
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		<description>Só por esse comentário seu, meu texto já valeu e muito Renata!

Eu não pensei nesse preconceito de que você fala. Realmente é mais um ponto a discutir. É mais um efeito dos tais &quot;intelectuais literários&quot; que tem por aí.

E quando eu falo de incentivo, eu falo de dinheiro mesmo, de governo metendo a mão, ajudando. Ou até de empresas privadas, mas falando assim, soa até utópico demais, infelizmente.

E por fim, eu sei que as pessoas não se preocupam, mas não custa tentar criar essa preocupação, né?

Boa sorte na Malagueta e parabéns Renata!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só por esse comentário seu, meu texto já valeu e muito Renata!</p>
<p>Eu não pensei nesse preconceito de que você fala. Realmente é mais um ponto a discutir. É mais um efeito dos tais &#8220;intelectuais literários&#8221; que tem por aí.</p>
<p>E quando eu falo de incentivo, eu falo de dinheiro mesmo, de governo metendo a mão, ajudando. Ou até de empresas privadas, mas falando assim, soa até utópico demais, infelizmente.</p>
<p>E por fim, eu sei que as pessoas não se preocupam, mas não custa tentar criar essa preocupação, né?</p>
<p>Boa sorte na Malagueta e parabéns Renata!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Renata Miloni</title>
		<link>http://www.lendo.org/o-futuro-digital-das-revistas-culturais-um-estudo/comment-page-1/#comment-4718</link>
		<dc:creator>Renata Miloni</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 17:33:38 +0000</pubDate>
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		<description>O comentário ficou enorme, publico mesmo assim. Mas antes: gostei muito de você ter tocado nesse assunto. :-)

&lt;b&gt;Há pouquíssima divulgação e nenhum incentivo.&lt;/b&gt;

Até que a divulgação tem melhorado e o incentivo vai crescendo, mas não é nada que ajude a revista a ficar bem conhecida. Uma coisa que temos usado é a participação de escritores mais conhecidos para incentivar os novos a escrever, a publicar com a gente, a perceber que todo mundo tem uma chance. E é uma forma de atrairmos mais leitores também.

Mas, por outro lado, sofremos um preconceito pesadíssimo por parte das pessoas por aí, a maioria com blogs literários famosos até. Não sei se é o nome da revista (a Copa também sofre um pouco por causa disso), mas o povo sempre sempre sempre olha de lado para nós, achando que estamos aqui de brincadeira, que montamos apenas mais uma revista. Ou então ficam se perguntando de onde saímos com tamanha ambição, se ninguém nos conhece. Nesse mundo, as pessoas precisam ser famosas para trabalhar? Como assim? hehehe Não é assim, a gente leva isso muito a sério. O problema é que essa carga negativa que as pessoas fazem questão de jogar na revista às vezes impede um ou outro passo. Mas isso, creio e espero eu, vai mudar com o tempo. Não deveria ser assim, mas... Brasil.

&lt;b&gt;... o motivo principal da mudança é a quantidade insuportável de trabalho.&lt;/b&gt;

Isso está certo em partes. hehehe A gente tem como prioridade a qualidade da revista em todos os sentidos. E fazer as coisas na pressa sempre dá errado, Murphy é companheiro. hehehe
Nem todos os autores publicados são procurados por nós, algumas pessoas mandam seus trabalhos. Sempre recebemos alguma coisa. Essa de confiar em desconhecidos é um perigo, mas até agora o povo tem sido honesto com a gente. Espero que continue assim. :-)

&lt;b&gt;Duas pessoas dão conta disso?&lt;/b&gt;

Opa se dão. Na verdade, são três. Meu marido cuida mais da parte de códigos e eu e o Alex selecionamos os textos, convidamos as pessoas e tal. E eu edito os textos. Esse intervalo maior que decidimos colocar entre uma edição e outra é para facilitar nesse ponto também. Mas outra intenção que temos com isso é esperar que mais gente mande mais trabalho. 

&lt;b&gt;E quantos leitores reconhecem esse trabalho?&lt;/b&gt;

No momento em que cada edição é lançada, vários e vários. Mas creio que nosso trabalho é bem reconhecido. Não é o tanto que gostaríamos, mas é.
Sobre a divulgação, você tem razão, poucos divulgam. Até mesmo alguns (poucos) autores. E sinto que é um pouco daquele preconceito que citei no início.

&lt;b&gt;E não isolar-se para um círculo de leitores e escritores específicos.&lt;/b&gt;

Na Malagueta a gente quer é fugir exatamente disso. A cada edição, a revista é divulgada para mais pessoas, chegando a vários tipos de leitores e escritores. Mas ouso insistir naquele preconceito de novo. A gente faz a nossa parte, mas chega uma hora em que somos barrados.

Estamos num país onde esse tipo de iniciativa é o mesmo que nada. Temos bastante trabalho para publicar a revista de graça e, ainda assim, não é valorizada. Cito, também, outro tipo de preconceito. Hoje, a internet é tomada por pseudo-leitores que acham que são donos dos gostos mais refinados. É aquela coisa de virar a cara sem mesmo conhecer. Recebemos isso com uma freqüência enorme. 

Então, é isso, acho que nessa questão de união não adianta um ou outro se mover se todo o resto bloqueou a estrada, entende? E se olham tão torto assim, fica difícil uma aproximação.

O ponto principal, André, é bem simples: as pessoas não se preocupam com nada disso.

De novo, gostei mesmo de você ter levantado esses pontos, tocado nesse assunto. Se ninguém prestar atenção no que você disse, o que só confirma minha teoria, pelo menos uma divulgação foi feita. hahaha

Beijos e obrigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário ficou enorme, publico mesmo assim. Mas antes: gostei muito de você ter tocado nesse assunto. :-)</p>
<p><b>Há pouquíssima divulgação e nenhum incentivo.</b></p>
<p>Até que a divulgação tem melhorado e o incentivo vai crescendo, mas não é nada que ajude a revista a ficar bem conhecida. Uma coisa que temos usado é a participação de escritores mais conhecidos para incentivar os novos a escrever, a publicar com a gente, a perceber que todo mundo tem uma chance. E é uma forma de atrairmos mais leitores também.</p>
<p>Mas, por outro lado, sofremos um preconceito pesadíssimo por parte das pessoas por aí, a maioria com blogs literários famosos até. Não sei se é o nome da revista (a Copa também sofre um pouco por causa disso), mas o povo sempre sempre sempre olha de lado para nós, achando que estamos aqui de brincadeira, que montamos apenas mais uma revista. Ou então ficam se perguntando de onde saímos com tamanha ambição, se ninguém nos conhece. Nesse mundo, as pessoas precisam ser famosas para trabalhar? Como assim? hehehe Não é assim, a gente leva isso muito a sério. O problema é que essa carga negativa que as pessoas fazem questão de jogar na revista às vezes impede um ou outro passo. Mas isso, creio e espero eu, vai mudar com o tempo. Não deveria ser assim, mas&#8230; Brasil.</p>
<p><b>&#8230; o motivo principal da mudança é a quantidade insuportável de trabalho.</b></p>
<p>Isso está certo em partes. hehehe A gente tem como prioridade a qualidade da revista em todos os sentidos. E fazer as coisas na pressa sempre dá errado, Murphy é companheiro. hehehe<br />
Nem todos os autores publicados são procurados por nós, algumas pessoas mandam seus trabalhos. Sempre recebemos alguma coisa. Essa de confiar em desconhecidos é um perigo, mas até agora o povo tem sido honesto com a gente. Espero que continue assim. :-)</p>
<p><b>Duas pessoas dão conta disso?</b></p>
<p>Opa se dão. Na verdade, são três. Meu marido cuida mais da parte de códigos e eu e o Alex selecionamos os textos, convidamos as pessoas e tal. E eu edito os textos. Esse intervalo maior que decidimos colocar entre uma edição e outra é para facilitar nesse ponto também. Mas outra intenção que temos com isso é esperar que mais gente mande mais trabalho. </p>
<p><b>E quantos leitores reconhecem esse trabalho?</b></p>
<p>No momento em que cada edição é lançada, vários e vários. Mas creio que nosso trabalho é bem reconhecido. Não é o tanto que gostaríamos, mas é.<br />
Sobre a divulgação, você tem razão, poucos divulgam. Até mesmo alguns (poucos) autores. E sinto que é um pouco daquele preconceito que citei no início.</p>
<p><b>E não isolar-se para um círculo de leitores e escritores específicos.</b></p>
<p>Na Malagueta a gente quer é fugir exatamente disso. A cada edição, a revista é divulgada para mais pessoas, chegando a vários tipos de leitores e escritores. Mas ouso insistir naquele preconceito de novo. A gente faz a nossa parte, mas chega uma hora em que somos barrados.</p>
<p>Estamos num país onde esse tipo de iniciativa é o mesmo que nada. Temos bastante trabalho para publicar a revista de graça e, ainda assim, não é valorizada. Cito, também, outro tipo de preconceito. Hoje, a internet é tomada por pseudo-leitores que acham que são donos dos gostos mais refinados. É aquela coisa de virar a cara sem mesmo conhecer. Recebemos isso com uma freqüência enorme. </p>
<p>Então, é isso, acho que nessa questão de união não adianta um ou outro se mover se todo o resto bloqueou a estrada, entende? E se olham tão torto assim, fica difícil uma aproximação.</p>
<p>O ponto principal, André, é bem simples: as pessoas não se preocupam com nada disso.</p>
<p>De novo, gostei mesmo de você ter levantado esses pontos, tocado nesse assunto. Se ninguém prestar atenção no que você disse, o que só confirma minha teoria, pelo menos uma divulgação foi feita. hahaha</p>
<p>Beijos e obrigada.</p>
]]></content:encoded>
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