Monteiro Lobato e o mercado editorial
Em 1918, eram [no Brasil] pouco mais de 30 livrarias que aceitavam os livros sob consignação. A partir daí, ele [Monteiro Lobato] firma acordos com lojas de varejo para que elas possam disponibilizar também o material escrito. Em pouco tempo, tal empreendimento formou uma rede com quase 2.000 distribuidores espalhados pelo país, revolucionando o mercado. Em todo tipo de loja era possível comprar um livro, com exceção dos açougues. Lobato temia que os livros ficassem sujos de sangue. [grifo meu]
Extraído do artigo Cultura e Mercado: O Best-Seller em questão, de Fernando Moreno Silva, publicado na Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis, Vol. 3, No 2 (2006)
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