Jack Kerouac: Aceite as perdas para sempre
Grandes nomes da literatura costumam deixar fabulosos legados para a humanidade. Muito disso está nas citações ou pequenos trechos de obras que expressam fragmentos da genialidade de um autor.
A partir disso, ando selecionando algumas das melhores frases dessas grandes personalidades que jamais serão esquecidas.
Hoje quero apresentar a você um pouco do pensamento do líder dos beats, Jack Kerouac.

Quem quiser saber sobre a vida dele pode encontrar na Wikipedia, por exemplo. Aqui só quero destacar dois aspectos que considero bem interessantes:
- A crítica não o aceitava, DE INÍCIO: Diferentemente de vários outros, Kerouack obteve reconhecimento ainda em vida. Sua obra-prima, On The Road, foi aclamada como a “bíblia hippie” e ainda hoje faz muito sucesso.
- Método alucinante (ou alucinado?) de escrever: Dizem que Jack escreveu On The Road em três semanas, durante sua viagem pela rota 66, nos EUA. Escrevia com uma máquina de escrever, em folhas de papel manteiga recortadas e coladas com fita para não precisar ficar trocando de folha a todo momento.
Dito isso, vamos às frases do grande gênio símbolo da geração beatnick (traduções livres).

Minhas falhas e meus fracassos não são as minhas paixões, mas sim a falta de controle que tenho sobre elas.
Sempre considerei que escrever fosse o meu dever na terra.
Eu só confio nas pessoas loucas, aquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas.

Eu não tenho nada para oferecer a ninguém, exceto minha própria confusão.
Nossa bagagem maltratada fora empilhada na calçada novamente; nós tínhamos mais caminhos para percorrer. Mas não importa, a estrada é a vida.
Ofereça a eles aquilo que mais desejam secretamente; é claro que entrarão em pânico imediatamente.

Tudo da vida é um país estrangeiro.
A humanidade se assemelha aos cães, não aos deuses — se você não ficar zangado eles vão lhe morder – mas fique bravo e você nunca será mordido. Os cães não respeitam humildade e tristeza.

A máquina de escrever de Jack exposta em Lowell, escola onde o escritor fez o equivalente a nosso Ensino Médio


A Ilíada e a Odisséia, de Homero
As flores do mal, de Charles Baudelaire

Ulisses, de James Joyce
Édipo Rei, de Sófocles
Madame Bovary, de Gustave Flaubert
A Divina Comédia, de Dante Alighieri
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