Comprometida, de Elizabeth Gilbert – Resumo/Resenha
O livro Comprometida, da escritora Elizabeth Gilbert, autora de Comer, Rezar, Amar — já está na lista dos livros mais vendidos de 2010.
Resumo do livro
Comprometida conta a história do que Elizabeth Gilbert descobriu depois daquela contada em Comer, Rezar, Amar.
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: marido apaixonado, casa espaçosa que tinha acabado de comprar, planos de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de se sentir feliz e realizada, estava triste, confusa e em pânico. Enfrentou o divórcio, a depressão, e outro amor fracassado até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo — sozinha.
A história de Comprometida começa dezoito meses depois do fim de Comer, Rezar, Amar. Com humor e inteligência, o livro examina questões de paixão, fidelidade, compatibilidade, tradição familiar, expectativas sociais, os riscos de divórcio e as responsabilidades mais mundanas. Liz Gilbert desfaz os mitos, desmonta os medos, constrói uma perspectiva histórica e troca, finalmente, fantasias românticas por vitais compromissos emocionais. Assim, o livro se torna uma celebração do amor — com toda a complexidade e as consequências que o amor verdadeiro, sem ilusões, sempre vai acarretar.
Trechos do livro
Em geral, é claro que a maioria dos divórcios é bem difícil (Rebecca West observou que “quase sempre, divorciar-se é uma ocupação tão alegre e útil quanto quebrar louças muito valiosas”), e os nossos não foram exceção. Na poderosa Escala Cósmica de Ruindade do Divórcio, que vai de um a dez (na qual um é igual a uma separação amigável e dez é… digamos, uma verdadeira pena capital), provavelmente eu daria ao meu a nota 7,5. Não houve suicídios nem homicídios, mas fora isso o rompimento foi um processo dos mais feios possíveis entre duas pessoas bem-educadas. E se arrastou durante mais de dois anos.
Quanto a Felipe, seu primeiro casamento (com uma profissional liberal australiana inteligente) terminara quase uma década antes de nos conhecermos em Bali. Na época, o divórcio se desenrolara bastante bem, mas perder a mulher (e, junto com ela, o acesso à casa, aos filhos e a quase duas décadas de história) deixara a esse homem bom uma herança de tristeza duradoura, com ênfase especial no arrependimento, no isolamento e na ansiedade econômica.
Você gostou deste post?









Escreva um comentário
Caros(as) leitor(as)
Seus comentários são muito bem-vindos e para que o convívio entre nós seja aprazível – mesmo quando discordarmos – antes de escrever, leia o que segue:
Não serão publicados: comentários anônimos ou com apelidos grosseiros; comentários escritos todo em MAIÚSCULAS; comentários escritos de forma incompreensível, um exemplo, todo em "miguxês"; comentários com ofensas pessoais; comentários com propagandas e spam; comentários referentes a outro post que não este.
As opiniões expostas nos comentários são de responsabilidade de quem as escreveu. Obrigado.
André