Como escrever argumentos fortes
Acabo de ler um ensaio muito interessante intitulado How to Disagree (in english, of course) escrito por Paul Graham. Nele, o autor descreve sete nÃveis hierárquicos das formas de não concordar com algo.
Desde o nÃvel mais baixo — simplesmente um ataque direto e desrespeitoso ao autor — até a refutação do ponto central — nÃvel mais alto –, Graham dá uma breve explicação de cada um, com exemplos.
Concordo com a teoria do Paul, só discordo no fato dele não ter usado um gráfico para resumir seu ensaio. Mas não seja por isso.
Pronto. Através da representação visual, o entendimento e a própria aprendizagem tornam-se muito mais fáceis.
Graham diz que a maioria dos argumentos que usam a contradição não são convincentes. Isso quer dizer que, a partir de agora, quando você for escrever um texto dissertativo/argumentativo, deve lembrar dessa pirâmide e estabelecer qual o tipo de argumento está usando. Se estiver abaixo da contradição, é melhor reformular seu raciocÃnio.



A Ilíada e a Odisséia, de Homero
As flores do mal, de Charles Baudelaire

Ulisses, de James Joyce
Édipo Rei, de Sófocles
Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes
A Divina Comédia, de Dante Alighieri
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