Como Dobrei Minha Média na Faculdade

Como dobrei minha média na faculdade

O post a seguir foi escrito por Luiz Felipe, futuro engenheiro pela Universidade São Judas Tadeu (2º no ENADE entre as particulares de São Paulo).

Pra quem quiser conhecer um pouco da sua trajetória ou entrar em contato, pode entrar em contato por esse link ou através do email felipesantoscsb@gmail.com.

Em nossa trajetória acadêmica muitas vezes nos deparamos com situações difíceis. Às vezes, é uma matéria que nos tira o sono, enquanto outras é o semestre inteiro que nos coloca no limite e testa nossas capacidades.

É comum precisarmos aprender muitos assuntos em um curto prazo, nos deixando quase malucos. Você deve saber como é, nem preciso explicar muito.

Em 2014, eu passei por uma situação que exigiu de mim uma superação enorme. Situação essa que fica clara quando você olha para minhas notas do primeiro semestre no meu boletim da faculdade abaixo.

As coisas não estavam indo bem e eu precisava fazer algo para mudar.

Boletim com notas baixas

Meus hábitos, minha forma de estudar, precisava mudar tudo. O que estava tentando claramente não estava funcionando.

O que vou compartilhar abaixo com você é como eu consegui, usando as técnicas do Aprendizado Acelerado, dar uma reviravolta completa na minha faculdade.

Aprendendo a aprender

Técnicas de Aprendizado

Iniciando 2014, comecei uma jornada de mudanças que me acrescentou (e tem acrescentado) muito como pessoa e como profissional.

Ao aprofundar a leitura em alguns dos assuntos que me interessam, inclusive em formas de estudar melhor (que eu claramente precisava), conheci o trabalho de Paulo, comprando seu ebook Os 7 Pilares do Aprendizado.

Contudo, não tive tempo de lê-lo (comprei mais ou menos em abril) até as férias do meio do ano. No intervalo entre os semestres, ao ler o livro, finalmente aprendi a aprender. Parei um pouco e identifiquei tudo que estava fazendo errado na hora de estudar.

Daí, fiz uma análise de como eram meus estudos e o que eu devia fazer para melhorá-los tomando como base as técnicas do Aprendizado Acelerado. Além disso, modifiquei minha visão profissional do que é importante no aprendizado:antes, eu só focava em estudar para as provas; hoje, meu foco é em aprender com qualidade (e sei como é possível).

Entretanto, lá estava eu com a faca e o queijo na mão, mas o queijo continuava intacto. Era a hora de colocar a mão na massa (ou a faca no queijo!).

Arregaçando as mangas

Quando conheci o trabalho do Paulo, ele disse algo que mexeu um pouco com meus brios (não lembro se num post ou em um vídeo): ele disse que se eu estivesse ali querendo aprender de modo mágico, poderia ir embora, que as técnicas do Aprendizado Acelerado não ajudariam.

E, sinceramente, eu queria aprender de modo mágico – quem não sonha (vide a palavra – sonha) em alcançar as coisas sem esforço?

Apesar de saber que parte da satisfação se encontra na jornada, seria extremamente útil aprender sem ralar um pouco. O semestre se iniciou e até me bateu um ponto de interrogação: “será que sou bom o suficiente?”

Mas deixei esses pensamentos de lado e decidi arriscar: o conhecimento eu já tinha em mãos, era apenas uma questão de por em prática. Então me lancei nos estudos!

Eu já estava motivado (outro fator importantíssimo). Embasado no plano que tracei, criei bons hábitos de estudo, implantei rotinas e comecei a usar as técnicas. Assim como um míssil de longo alcance que vai ajustando sua trajetória ao longo do percurso, fui adequando as técnicas até ficar com somente o que era produtivo pra mim e o que dava mais resultados.

Cuidei de outras esferas essenciais que as pessoas ignoram (mas que são importantes para o aprendizado!), como o bem-estar, o sono, a alimentação, etc. Inclusive o sono foi um desafio, já que disponho de pouco tempo para dormir à noite, mas esse assunto fica para outra hora.

Não basta saber, tem que provar

Aluna estudando

Na 3ª prova que eu fiz após minha evolução, eu fui mal, e o mais inusitado, eu ensinei a matéria para um amigo meu algum tempo antes da prova e ele foi bem melhor do que eu.

Mesmo sabendo muito da matéria, errei coisas bestas, o que me deu uma desanimada, mas nada que me abalasse!

Corri atrás de informações que me ajudassem nessa questão. Afinal de contas, o erro faz parte do aprendizado e saber como extrair o máximo de cada erro é uma habilidade muito valiosa.

Mesmo preocupado e cansado da jornada, eu não podia vacilar: tomei minhas precauções e parei de errar besteiras.

Melhora contínua: um pouco melhor a cada dia

Melhorando continuamente

A partir dos resultados positivos que vinham, eu me alegrava, de certa forma me parabenizando. Afinal de contas, comemorar as vitórias é importante para se manter motivado!

É importante também saber onde estão seus erros, senão não há como consertá-los, e por último e não menos importante, mantive-me sempre atento ao que podia ser melhorado. Quase sempre há algo que você possa fazer melhor, ainda que sejam atitudes sutis. Essas pequenas melhoras, acumuladas ao longo do tempo, se tornam significativas.

O resultado veio e meu esforço, aplicado a técnicas corretas, foi muito bem recompensado. Segue abaixo uma foto direta de meu boletim da faculdade para você mesmo comparar.

Boletim com notas Altas

Bom, sempre fui um cara na média no mundo acadêmico, e basicamente foi essa minha trajetória. Meu resultado insatisfatório do primeiro semestre foi grande parte a motivos de doença, o que fez acumular uma bola de neve (um assunto depende do outro, né?).

Eu me esforcei bastante, mas não foi nada sobrehumano. Como disse lá atrás, as técnicas não servem para quem quer aprender “de modo mágico”, mas quem quer estudar de maneira séria vai ser recompensado com ótimos resultados. Tenho certeza que minha jornada seria muito diferente se não tivesse aprendido a aprender.

Clique aqui para conhecer o e-book que fez toda a mudança pra mim.

E você, já deram alguma virada assim? O que planeja aprender nesse ano?

Fonte original do artigo no site Aprendizado Acelerado.

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