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	<title>Comentários sobre: As Mentiras que os Homens Contam &#8211; Luis Fernando Veríssimo</title>
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	<description>Indicações de Livros, Literatura, Resenhas e Faculdade de Letras</description>
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		<title>By: Viviane</title>
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		<dc:creator>Viviane</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 18:56:00 +0000</pubDate>
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		<description>Só gostaria de dizer que o nome do autor Luis Fernando Verissimo é escrito todo sem acento, nem no nome e muito menos no sobrenome.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só gostaria de dizer que o nome do autor Luis Fernando Verissimo é escrito todo sem acento, nem no nome e muito menos no sobrenome.</p>
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		<title>By: madalena</title>
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		<dc:creator>madalena</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 22:02:53 +0000</pubDate>
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		<description>gostaria de exemplos de textos sobre a origem da sociologia como ciencia.
por favor se alguem puder me ajudar,estou com preça pra entregar o trabalho.Obrigada antecipadamente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de exemplos de textos sobre a origem da sociologia como ciencia.<br />
por favor se alguem puder me ajudar,estou com preça pra entregar o trabalho.Obrigada antecipadamente</p>
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	<item>
		<title>By: Diogo</title>
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		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 14:57:17 +0000</pubDate>
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		<description>to querendo o resumo d algum conto de luis Fernando verissimo quem poder me fornecer favor enviar pra esse Imail woodpeker-gp@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>to querendo o resumo d algum conto de luis Fernando verissimo quem poder me fornecer favor enviar pra esse Imail <a href="mailto:woodpeker-gp@hotmail.com">woodpeker-gp@hotmail.com</a></p>
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		<title>By: André</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4565</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 11:20:20 +0000</pubDate>
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		<description>Caramba Maga, que fantástico! Não vou falar de todas as frases, que são ótimas, mas destacar que a frase que eu mais gostei no livro todo, foi essa última do cérebro humano, achei ótima :).

Eu gosto muito de teatro também, mas na minha cidade não tem, salvo em algumas apresentações na faculdade. Uma pena.

Beijos Maga!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba Maga, que fantástico! Não vou falar de todas as frases, que são ótimas, mas destacar que a frase que eu mais gostei no livro todo, foi essa última do cérebro humano, achei ótima :).</p>
<p>Eu gosto muito de teatro também, mas na minha cidade não tem, salvo em algumas apresentações na faculdade. Uma pena.</p>
<p>Beijos Maga!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: _Maga</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4560</link>
		<dc:creator>_Maga</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 02:22:57 +0000</pubDate>
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		<description>Ah sim: eu também adoro teatro!

Só esse ano devo ter visto umas quarenta peças (sem exageiro).

Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah sim: eu também adoro teatro!</p>
<p>Só esse ano devo ter visto umas quarenta peças (sem exageiro).</p>
<p>Beijos</p>
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	<item>
		<title>By: _Maga</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4559</link>
		<dc:creator>_Maga</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 02:19:47 +0000</pubDate>
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		<description>Já li ambos... 
O Banquete, eu anotei algumas frases que compartilho aqui (com licença...):

&quot;No subconsciente de cada brasileiro, não duvido, vive a secreta certeza de que os índios um dia ainda se reagruparão e nos mandarão de volta as caravelas. Calcamos toda uma cultura sobre o provisório. Não existe lugar mais improvável para se erguer uma cidade do que aquela estreita faixa de terra pantanosa entre o mar e a rocha onde construíram o Rio de Janeiro e aí está: o Rio é o escandaloso protótipo do modo de ser brasileiro. A angústia de Brasília não é sua desolação futurista, é a distância que a separa das caravelas. O Rio, a vida provisória, era o nosso álibi.&quot; p. 12, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Também há a fase em que filme bom é filme difícil. Filme que todo mundo compreende não pode ser bom. Isso passa. Vem uma fase de gostar de filmes que todo mundo gosta, mas por razões diferentes. E a fase nostálgica: filme bom, só de 1953 pra trás. Finalmente a rendição. A paixão continua, mas você já não tem o mesmo entusiasmo de antigamente.&quot; p. 17, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Truffaut nunca pretendeu do cinema nada além do cinema.(...) Truffaut não se interessa em ser profundo. A primeira mágica do cinema, o fato do cinema em si, já basta como fascínio. (...) Truffaut, como todos da sua geração, começou no cinema pelo deslumbramento. A diferença entre ele e o resto é que ele continua deslumbrado.&quot; p. 21-22, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Costuma-se apontar as críticas que são feitas à situação nos jornais ou em pronunciamento da oposição como provas de que existe liberdade de expressão. É uma pseudoliberdade, porque é consentida - e até bem pouco tempo nem isto era - e porque é inconseqüente.&quot; p. 39, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;As pessoas se preocupam com o efeito da violência na sensibilidade das crianças, mas minha preocupação é um pouco diferente. Tenho medo que esta seja uma geração à prova de deslumbramento. Uma geração dessensibilizada não pela desumanidade que a técnica moderna transmite, mas pela própria tecnica moderna.&quot; p. 45-46, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Norma Ephron escreveu um tratado definitivo sobre a frustração emocional do século, sobre o desencontro entre os nossos padrões de felicidade e a vida das nossas células.&quot; p. 67, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses (sobre o filme Sleepless in Seatle)

&quot;A colônia de Hollywood, claro, não é só a imaginação americana, é a imagnação de todo o mundo com corrente elétrica. Como todos os impérios, o da vila também se impôs destruindo culturas nativas e escravizando mentes. A diferença é que contra o feitiço deste império não basta sublevação social - nunca escravos quiseram tanto continuar escravos ainda mais se os feitores forem a Sharon Stone sem calças ou o Richard Gere em camisa - ou a reação econômica. Nas recentes dicussões sobre livre comércio do GATT, tudo ficou resolvido entre os Estados Unidos e o resto do mundo menos a questão do quase monopólio americano no mercado internacional de cinema, talvez num reconhecimento tácito de que se trata de um sortilégio, nada que possa ser discutido racionalmente. O mesmo sortilégio que nos mantém acordados para ver a entrega dos Oscars, ano após ano. De olhos colados na TV, somos como indianos assistindo a algum ritual do império inglês nos dias de fausto Raj, vibrando com as cores e os paramentos com que eles nos dominam, de certa forma até orgulhosos da competência com que nos dominam. Não precisamos nos desculpar, é feitiço.&quot; p. 67, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Não me lembro de nada que tenha me dado tanto e tão constante prazer desde a infância quanto o cinema - incluindo aí mamadeiras, primas e gibis. A segunda melhor coisa que você pode fazer no escuro é ver um filme. A primeira é ver um grande filme. Obrigada, cinema.&quot; p. 71, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Dos seus tempos de réporter em Viena (Billy Wilder) gostava de contar da vez em que foi posto para fora da casa de Sigmund Freud, não sem antes espiar o seu gabinete e notar como era curto o famoso divâ em que &quot;herr Doktor&quot; colocava seus pacientes - e concluir que todas as teorias freudianas eram baseadas na experiência de neuróticos pequenos.&quot; p. 80, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;É preciso estar livre das dificuldades da vida para concluir, com um mínimo de estilo, que a vida é impossível. Tínhamos uma secreta inveja desses europeus tão bem-sucedidos no seu desespero. Não tínhamos a mesma admiração por filmes em que as pessoas se preocupavam não com a ausência de Deus, mas com um contracheque no fim do mês.&quot; p. 86, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;A lição para escritores é: defina o seu gol e tente chegar lá como o Pelé chegria, com poucos mas definitivos toques, sem nunca deixar que os meios o desviem do fim. E se, no caminho para o gol, você fizer alguma coisa espetacular, esforce-se para dar a impressão de que foi apenas por obrigação&quot; p. 142, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Todas as histórias são iguais, o que varia é a maneira de ouvi-la&quot;. p. 147, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Mais tarde, chegamos à questão da importância da experiência para o escritor. Eu sustentava que a experiência é importante para um escritor. Borges mantinha que a experiência só atrapalhava. 
- Toda experiência de vida de que eu necessito está nessa biblioteca - disse Borges, indicando a sala de espelhos com as mãos.
- Mas nós não estamos em uma biblioteca - observei.
- Eu estou sempre em uma biblioteca - disse Borges.&quot; p. 155, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;Você eu não sei, mas um dos meus terrores é o teatro interativo. A possibilidade de acabar no palco, ou de alguém do palco acabar no meu colo.&quot; p. 217, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

&quot;O cérebro humano é uma coisa tão complexa que nem o cérebro humano é complexo o bastante para entendê-lo. Era só o que eu queria contribuir para o desânimo geral destes dias, obrigado.&quot; p. 227, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses

(nossa... quanta coisa!)

beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já li ambos&#8230;<br />
O Banquete, eu anotei algumas frases que compartilho aqui (com licença&#8230;):</p>
<p>&#8220;No subconsciente de cada brasileiro, não duvido, vive a secreta certeza de que os índios um dia ainda se reagruparão e nos mandarão de volta as caravelas. Calcamos toda uma cultura sobre o provisório. Não existe lugar mais improvável para se erguer uma cidade do que aquela estreita faixa de terra pantanosa entre o mar e a rocha onde construíram o Rio de Janeiro e aí está: o Rio é o escandaloso protótipo do modo de ser brasileiro. A angústia de Brasília não é sua desolação futurista, é a distância que a separa das caravelas. O Rio, a vida provisória, era o nosso álibi.&#8221; p. 12, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Também há a fase em que filme bom é filme difícil. Filme que todo mundo compreende não pode ser bom. Isso passa. Vem uma fase de gostar de filmes que todo mundo gosta, mas por razões diferentes. E a fase nostálgica: filme bom, só de 1953 pra trás. Finalmente a rendição. A paixão continua, mas você já não tem o mesmo entusiasmo de antigamente.&#8221; p. 17, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Truffaut nunca pretendeu do cinema nada além do cinema.(&#8230;) Truffaut não se interessa em ser profundo. A primeira mágica do cinema, o fato do cinema em si, já basta como fascínio. (&#8230;) Truffaut, como todos da sua geração, começou no cinema pelo deslumbramento. A diferença entre ele e o resto é que ele continua deslumbrado.&#8221; p. 21-22, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Costuma-se apontar as críticas que são feitas à situação nos jornais ou em pronunciamento da oposição como provas de que existe liberdade de expressão. É uma pseudoliberdade, porque é consentida &#8211; e até bem pouco tempo nem isto era &#8211; e porque é inconseqüente.&#8221; p. 39, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;As pessoas se preocupam com o efeito da violência na sensibilidade das crianças, mas minha preocupação é um pouco diferente. Tenho medo que esta seja uma geração à prova de deslumbramento. Uma geração dessensibilizada não pela desumanidade que a técnica moderna transmite, mas pela própria tecnica moderna.&#8221; p. 45-46, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Norma Ephron escreveu um tratado definitivo sobre a frustração emocional do século, sobre o desencontro entre os nossos padrões de felicidade e a vida das nossas células.&#8221; p. 67, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses (sobre o filme Sleepless in Seatle)</p>
<p>&#8220;A colônia de Hollywood, claro, não é só a imaginação americana, é a imagnação de todo o mundo com corrente elétrica. Como todos os impérios, o da vila também se impôs destruindo culturas nativas e escravizando mentes. A diferença é que contra o feitiço deste império não basta sublevação social &#8211; nunca escravos quiseram tanto continuar escravos ainda mais se os feitores forem a Sharon Stone sem calças ou o Richard Gere em camisa &#8211; ou a reação econômica. Nas recentes dicussões sobre livre comércio do GATT, tudo ficou resolvido entre os Estados Unidos e o resto do mundo menos a questão do quase monopólio americano no mercado internacional de cinema, talvez num reconhecimento tácito de que se trata de um sortilégio, nada que possa ser discutido racionalmente. O mesmo sortilégio que nos mantém acordados para ver a entrega dos Oscars, ano após ano. De olhos colados na TV, somos como indianos assistindo a algum ritual do império inglês nos dias de fausto Raj, vibrando com as cores e os paramentos com que eles nos dominam, de certa forma até orgulhosos da competência com que nos dominam. Não precisamos nos desculpar, é feitiço.&#8221; p. 67, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Não me lembro de nada que tenha me dado tanto e tão constante prazer desde a infância quanto o cinema &#8211; incluindo aí mamadeiras, primas e gibis. A segunda melhor coisa que você pode fazer no escuro é ver um filme. A primeira é ver um grande filme. Obrigada, cinema.&#8221; p. 71, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Dos seus tempos de réporter em Viena (Billy Wilder) gostava de contar da vez em que foi posto para fora da casa de Sigmund Freud, não sem antes espiar o seu gabinete e notar como era curto o famoso divâ em que &#8220;herr Doktor&#8221; colocava seus pacientes &#8211; e concluir que todas as teorias freudianas eram baseadas na experiência de neuróticos pequenos.&#8221; p. 80, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;É preciso estar livre das dificuldades da vida para concluir, com um mínimo de estilo, que a vida é impossível. Tínhamos uma secreta inveja desses europeus tão bem-sucedidos no seu desespero. Não tínhamos a mesma admiração por filmes em que as pessoas se preocupavam não com a ausência de Deus, mas com um contracheque no fim do mês.&#8221; p. 86, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;A lição para escritores é: defina o seu gol e tente chegar lá como o Pelé chegria, com poucos mas definitivos toques, sem nunca deixar que os meios o desviem do fim. E se, no caminho para o gol, você fizer alguma coisa espetacular, esforce-se para dar a impressão de que foi apenas por obrigação&#8221; p. 142, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Todas as histórias são iguais, o que varia é a maneira de ouvi-la&#8221;. p. 147, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Mais tarde, chegamos à questão da importância da experiência para o escritor. Eu sustentava que a experiência é importante para um escritor. Borges mantinha que a experiência só atrapalhava.<br />
- Toda experiência de vida de que eu necessito está nessa biblioteca &#8211; disse Borges, indicando a sala de espelhos com as mãos.<br />
- Mas nós não estamos em uma biblioteca &#8211; observei.<br />
- Eu estou sempre em uma biblioteca &#8211; disse Borges.&#8221; p. 155, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;Você eu não sei, mas um dos meus terrores é o teatro interativo. A possibilidade de acabar no palco, ou de alguém do palco acabar no meu colo.&#8221; p. 217, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>&#8220;O cérebro humano é uma coisa tão complexa que nem o cérebro humano é complexo o bastante para entendê-lo. Era só o que eu queria contribuir para o desânimo geral destes dias, obrigado.&#8221; p. 227, Luis Fernando Verissimo, Banquete com os deuses</p>
<p>(nossa&#8230; quanta coisa!)</p>
<p>beijos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Oº°'¨ Jefferson ¨'°ºO</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4469</link>
		<dc:creator>Oº°'¨ Jefferson ¨'°ºO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 18:20:12 +0000</pubDate>
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		<description>Como eu li o Jardim do Diabo na mesma época que o Assassinato na Academia de Letras, do Jô Soares, tenho uma comparação entre as duas na ponta da língua: equanto o Verissimo tenta cada vez mais complicar as coisas na estória, e o leitor vai acompanhando (e entendendo) tudo - é uma salada mesmo! - o Jô busca colocar muitos detalhes insignificantes, como qual era a marca de cigarro que fumavam naquela época, ou o perfume que foi lançado em Paris, deixando a leitura chata e sonífera. Quem ainda não leu os dois livros, recomendo ler eles juntos, até como exercício comparativo. Não tem erro: vc aprende na marra!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu li o Jardim do Diabo na mesma época que o Assassinato na Academia de Letras, do Jô Soares, tenho uma comparação entre as duas na ponta da língua: equanto o Verissimo tenta cada vez mais complicar as coisas na estória, e o leitor vai acompanhando (e entendendo) tudo &#8211; é uma salada mesmo! &#8211; o Jô busca colocar muitos detalhes insignificantes, como qual era a marca de cigarro que fumavam naquela época, ou o perfume que foi lançado em Paris, deixando a leitura chata e sonífera. Quem ainda não leu os dois livros, recomendo ler eles juntos, até como exercício comparativo. Não tem erro: vc aprende na marra!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: André Gazola</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4434</link>
		<dc:creator>André Gazola</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 17:48:34 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo que eu percebi, o grande problema de O Banquete com os Deuses é o fato de ele falar de muita coisa junta. Pelo menos eu me deparei com nomes de pessoas, filmes, músicas e outros artistas que nunca ouvi falar. Cultura demais, cultura demais.

Qto ao fato de repetirem contos, é porque esses livros são antologias, então acaba repetindo, mas não são muitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo que eu percebi, o grande problema de O Banquete com os Deuses é o fato de ele falar de muita coisa junta. Pelo menos eu me deparei com nomes de pessoas, filmes, músicas e outros artistas que nunca ouvi falar. Cultura demais, cultura demais.</p>
<p>Qto ao fato de repetirem contos, é porque esses livros são antologias, então acaba repetindo, mas não são muitos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Oº°'¨ Jefferson ¨'°ºO</title>
		<link>http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/comment-page-1/#comment-4433</link>
		<dc:creator>Oº°'¨ Jefferson ¨'°ºO</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 17:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lendo.org/as-mentiras-que-os-homens-contam-luis-fernando-verissimo/#comment-4433</guid>
		<description>Eu tenho todos os dele dessa nova edição da Objetiva. Infelizmente acho o Banquete o pior de todos. Outro detalhe ruim, se vc ler toda a coleção verá que alguns contos se repentem em livros diferentes.

Recomento o Orgias pra dar de presente no final de ano e o Jardim do Diabo, o único romance de todos, mas pura arte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho todos os dele dessa nova edição da Objetiva. Infelizmente acho o Banquete o pior de todos. Outro detalhe ruim, se vc ler toda a coleção verá que alguns contos se repentem em livros diferentes.</p>
<p>Recomento o Orgias pra dar de presente no final de ano e o Jardim do Diabo, o único romance de todos, mas pura arte.</p>
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