Alguma coisa celebrada ou perdoada
Cuando es verdadera, cuando nace de la necessidad de decir, a la voz humana no hay quien la pare. Si le niegan la boca, ella habla por las manos, o por los ojos, o por los poros, o por donde sea. Porque todos, toditos, tenemos algo que decir a los demás, alguna cosa que merece ser por los demás celebrada o perdonada.
Eduardo Galeano, no El libro de los abrazos.



Crime e Castigo, de Dostoiévski
Édipo Rei, de Sófocles
Madame Bovary, de Gustave Flaubert
A Divina Comédia, de Dante Alighieri
A Ilíada e a Odisséia, de Homero
As flores do mal, de Charles Baudelaire
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