A História da Língua Escrita
A história da escrita anda junto com o desenvolvimento da civilização. Alguns dizem que a origem da escrita foi há 50.000 anos de nossa era (com incisões em pedra ou osso) e em 30.000 anos antes da nossa era (figuras gravadas ou pintadas). Os pictogramas constituem a primeira grande invenção do homem no domínio da escrita.
Outros estudiosos pensam de forma diferente. Eles registram a escrita suméria como a mais antiga, levando em conta seu caráter de escrita e não de pintura. Esta cultura antiga da Mesopotâmia, a dos sumérios, criou as primeiras cidades.
Os egípcios, anos depois, desenvolveram a escrita hieroglífica, constituída de belos sinais encontrados em seus túmulos, pirâmides, etc. Eles registraram textos religiosos e documentos importantes em papiros.
Surgiram várias classificações dos tipos de escrita. E a de M. Cohen é uma das mais conhecidas. Ele distingue três etapas:
- A dos pictogramas, arcaica e figurativa, que representa do conteúdo da língua;
- A dos ideogramas, sinais que representam de modo mais ou menos simbólico o significado das palavras;
- A dos fonogramas, sinais abstratos que representam elementos de palavras ou de sons, como nas escritas alfabéticas.

Mas vamos tentar definir a escrita, o que é escrita?
“Escrita é uma representação da língua falada por meio de signos gráficos.”
diz o dicionário de linguística de Dubois. E continua mais adiante:
“A fala se desenrola no tempo e desaparece; a escrita tem como suporte o espaço, que a conserva.” (p. 222)
Escrita alfabética é a que recorre a sinais para representar determinados sons. A princípio, os alfabetos costumam ser silábicos; depois, passam a ser fonéticos.

Os fenícios da antiga cidade de Biblos desenvolveram, cerca de mil anos antes de Cristo, um sistema da língua escrita formado por 22 letras. Esta escrita, que era muito simples, rapidamente espalhou-se entre os outros povos semitas, e mais tarde atingiu a Pérsia e a Índia. Também foi adotada, mais tarde, pelos gregos, que indicaram as vogais naquele alfabeto dos fenícios.


O Processo, de Franz Kafka
Guerra e Paz, de Leo Tolstoy

Ulisses, de James Joyce
Édipo Rei, de Sófocles
Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes
A Divina Comédia, de Dante Alighieri
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André